O COLETIVO

O coletivo Samba Sampa é formado por jovens que tem em comum a comunicação seja ela por meio do vídeo, da fotografia, do texto, as artes: teatro, a música, a dança e de diferentes perfis profissionais: historiadora, jornalista, filosofo, parteira, fotografo e  cinegrafistas.

Composto por seis comunicadores afrodescendentes paulistanos e carioca, que impulsionados por encontrar maneiras e ações que equalizem a presença e difusão cultural da memória afrobrasileira na sociedade, vem realizando há três anos o projeto Sambas e Dissembas com entrevistas, edições de revista e  colaboração junto a veículos da grande imprensa nacional e na web.

Em 2012, o grupo realizou o primeiro (e único) ciclo de conversas sobre o samba paulista na cidade de São Paulo com o apoio do Programa VAI (Secretaria Municipal de Cultura), o projeto intitulado “Desde que o Samba é Sampa: um estudo compartilhado sobre as rodas de samba de São Paulo” reuniu durante três dias pesquisadores, sambistas e estudantes no auditório da Galeria Olido.

De lá para cá, o coletivo realizou a edição da revista eletrônica “Samba Sampa”, do mapa colaborativo de georeferenciamento “Mapa do Samba” e vem continuamente gravando a websérie de entrevistas Sambas e Dissembas” – projeto sem apoio ou qualquer patrocinio institucional público ou privado.

Em parceria com a revista Raça Brasil, o grupo realizou durante dois anos diversas reportagens especiais sobre a cultura e grupos afrobrasileiros. Em 2014, a convite da Fundação Palmares esteve na Serra da Barriga durante as comemorações do 20 de novembro, para cobertura e realização do documentário “Quando Zumbi Chegar”, em finalização.

Neste ano, 2015, o grupo desdobrará a pesquisa em torno da tradição quilombola com a realização do documentário “Quilombar” (em fase de captação de recursos) e do documentário “Sampa e Dissemba: a reinvenção da Bahia no Samba de Roda em São Paulo”.