histórico

A Hora é Samba

Em agosto de 2012 foi realizado o projeto Desde que o Samba é Sampa: um estudo compartilhado sobre as rodas de samba de São Paulo, contemplado pelo Programa VAI – Valorização à Iniciativas Culturais da Prefeitura de São Paulo.

O projeto realizado pelo coletivo artístico cultural Palavrarte – Comunicação e Arte, promoveu a série de quatro encontros públicos Desde que o Samba é Sampa traçou um panorama sobre a importância social e política do samba na construção da metrópole, reunindo, na Galeria Olido, sambistas da velha e nova geração do samba (Zé Maria do Peruche, Nega Duda e Fabiana Cozza), de músicos-pesquisadores (Tadeu Kaçula, Dinho Nascimento, Arthur Tirone, Renato Dias, Moisés da Rocha) e pesquisadores acadêmicos (Amailton Azevedo, Bruna Prado, Ana Lúcia Ferraz). Cada um com a sua experiência, compreensão e vivência contribuiu para construção de um mosaico que tinha no samba seu ponto de conexão e as rodas de samba como espaço de convivência e construção das relações humanas.

Além dos encontros, foi realizada exibição dos documentários “Geraldo Filme” e “Sou Negro, não sei sambar”, na Casa de Cultura do Palhaço Carequinha (Grajaú, zona sul). Encerrando a primeira etapa do projeto, em frente à Casa de Cultura, o grupo Virado a Paulista realizou uma roda de samba convidando os que transitavam para celebrar.

Ainda integrando a programação do Desde que o Samba é Sampa, ficou em cartaz, na Galeria Olido, a exposição inédita Clementina de Jesus – uma breve trajetória fotobiográfica, com trinta-duas fotos da sambista carioca.

Como resultado desta primeira parte do estudo compartilhado, foi editada a revista virtual Samba Sampa, com textos produzidos por colaboradores e convidados que tem no samba o pulsar de suas reflexões.

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